Uma nota publicada na revista Carta Capital, na sessão Andante Mosso, edição de 20 de maio de 2009, passou em brancas nuvens pela imprensa baiana. Nenhum comentário dos blogs – sempre atentos e prontos a repriduzir o que sai da política baiana na mídia nacional, nenhuma linha nos jornais, nenhuma repercussão entre os políticos. Conclusão: Ou a revista não é tão lida por aqui ou a nota é tão fictícia que ninguém lhe deu importância ou, ainda, para dar a este post um tom conspiratório, o assunto é tão impactante que pode ter sido abafado.
A nota fala da mulher de um diplomata aposentdo que pediu na Justiça baiana a exumação do corpo de um senador para provar que o político é o pai verdadeiro do filho caçula dela e, portanto, teria direito à herança. Fala-se em bilhões. O dois senadores baianos falecidos mais recentemente foram Josaphat Marinho, em 2002, e Antônio Carlos Magalhães, em 2007. E não há registro de que a família de Josaphat tenha essa fortuna.
Leia a nota: Sexo e política A Justiça baiana negou o pedido de exumação dos restos mortais de um falecido senador. A prova do DNA é apenas um dos lances do processo movido pela esposa de um diplomata aposentado, que, contra a vontade do marido, tenta provar que o político é o verdadeiro pai de seu filho caçula. Em jogo, se reconhecida a paternidade, um patrimônio estimado em 2 bilhões de reais.
Veja a nota:

Todo mundo sabe que ACM teve um filho com Lucia flecha de lima.
Saber é uma coisa, ter o reconhecimento e “oficializar” são outras coisas. Parece estar sendo complicado. Obrigado pela visita.